Entender quanto custa um funcionário para a empresa vai muito além do salário. E, se você está no RH, DP, gestão ou finanças, sabe que ter essa visão completa não é apenas útil, é essencial para planejar o orçamento, sustentar decisões de contratação e garantir a saúde financeira da empresa.
O grande ponto é que o valor depositado no fim do mês é só a ponta do iceberg. Quando consideramos apenas o salário, deixamos de fora elementos que fazem toda a diferença no cálculo final: encargos e provisões, benefícios e adicionais e até custos indiretos, como infraestrutura, equipamentos, ferramentas e treinamentos.
Quando você reúne todos esses componentes, tem algo poderoso nas mãos: um retrato real do impacto financeiro de cada colaborador. E é essa clareza que permite decisões mais estratégicas, desde escolher o pacote de remuneração ideal até prever com precisão quanto a equipe vai custar ao longo do ano.
Se a ideia é tomar decisões mais conscientes e evitar surpresas no orçamento, esse é o primeiro passo. Neste artigo você vai descobrir quais são os próximos!
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Quanto custa, de verdade, manter um colaborador na sua empresa
Quando o assunto é quanto custa um funcionário para a empresa, muita gente ainda olha apenas para o salário base. Mas você, que está no RH, DP, financeiro ou liderança, sabe: esse é só o começo da conta. Para planejar orçamento com precisão, projetar cenários e tomar decisões de contratação de forma realmente estratégica, é preciso enxergar o custo total, aquele que mostra o impacto real de cada colaborador no negócio.
Esse valor é composto por diferentes camadas. A primeira delas é o salário base, que funciona como referência para todo o restante. Logo depois vêm os encargos trabalhistas, como INSS patronal, FGTS, RAT/SAT e contribuições de terceiros, obrigações legais que precisam entrar no radar de qualquer gestor.
Mas o cálculo não para aí. As provisões, como férias + 1/3, 13º salário e possíveis custos de rescisão, são essenciais para manter o caixa saudável ao longo do ano. Mesmo não sendo desembolsadas mensalmente, ignorá-las pode gerar surpresas no orçamento, e ninguém quer lidar com isso em cima da hora.
Também entram na conta os benefícios diretos, como vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde e outros auxílios oferecidos pela empresa. Eles aumentam o custo mensal, é verdade, mas também reforçam a proposta de valor da organização e influenciam diretamente o engajamento e a retenção.
E, claro, não podemos esquecer os custos indiretos: infraestrutura, equipamentos, ferramentas, treinamentos e até o impacto financeiro do turnover. São itens que não aparecem no contracheque, mas que fazem parte do investimento necessário para que o colaborador desempenhe seu trabalho com qualidade.
Quando você reúne todos esses elementos, consegue enxergar o custo real de manter um colaborador ativo, e é esse número, não apenas o salário, que sustenta decisões estratégicas e garante contratações mais conscientes e alinhadas ao futuro da empresa.
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Como o regime tributário muda o custo de cada funcionário
Quando o assunto é quanto custa um funcionário, o regime tributário da empresa faz diferença direta no cálculo. Ignorar esse fator pode comprometer o planejamento de pessoal e distorcer projeções de custo. Por isso, entender como cada regime impacta encargos, alíquotas e obrigações é essencial para profissionais de RH, DP, liderança e gestão financeira que buscam previsibilidade e decisões mais seguras.
No Simples Nacional, a lógica é mais simplificada. Diversos tributos estão incluídos na guia única (DAS), o que reduz a carga de encargos sobre a folha e diminui as obrigações acessórias. Para muitas pequenas e médias empresas, isso representa um custo trabalhista menor e mais previsível, especialmente em fases de crescimento.
Já nos regimes de Lucro Presumido e Lucro Real, o cenário muda. A empresa passa a recolher separadamente encargos como INSS patronal (20%), RAT/SAT, Sistema S e outras contribuições obrigatórias. Na prática, isso eleva o custo total por funcionário e exige um planejamento financeiro mais detalhado.
Para visualizar essa diferença, considere um salário base de R$ 3.000:
- simples Nacional (serviços/comércio): encargos próximos de 4% a 6% sobre a folha, dependendo do anexo;
- lucro Presumido ou Lucro Real: encargos que podem chegar a 28% a 32%, somando INSS patronal, RAT/SAT e Sistema S.
Ou seja, dois colaboradores com o mesmo salário podem gerar impactos financeiros bastante diferentes, dependendo exclusivamente do regime tributário adotado pela empresa.
Compreender essas variações ajuda RH, DP e lideranças a alinhar expectativas, planejar custos com mais precisão e tomar decisões mais estratégicas, seja na contratação, no dimensionamento de equipes ou na definição do orçamento anual de pessoal.
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Como calcular, na prática, quanto custa um funcionário
Saber quais componentes entram no custo de um colaborador é importante. Mas é na hora de colocar tudo na ponta do lápis que RH, DP, gestores e lideranças ganham clareza para tomar decisões mais consistentes. A boa notícia é que esse cálculo, embora pareça complexo, pode ser mais simples do que parece.
Tudo começa com uma fórmula prática, que reúne os principais fatores que impactam o orçamento de pessoal:
Custo total = salário base + encargos + provisões + benefícios + custos indiretos
Para visualizar isso com mais clareza, considere o exemplo de um colaborador com salário base de R$ 3.000. A partir desse valor, temos:
- encargos trabalhistas (28%): R$ 840;
- benefícios (vale-transporte, vale-refeição, plano de saúde, entre outros): R$ 620;
- custos indiretos (infraestrutura, softwares e equipamentos): R$ 250.
Depois entram as provisões mensais, que costumam ser negligenciadas, mas são fundamentais para manter o fluxo de caixa sob controle:
- férias: R$ 3.000 ÷ 12 = R$ 250;
- 1/3 constitucional de férias: R$ 83;
- provisão total de férias: R$ 333;
- 13º salário: R$ 3.000 ÷ 12 = R$ 250.
Agora, somando todos os valores:
Custo total mensal = 3.000 + 840 + 620 + 250 + 333 + 250 = R$ 5.293
Em outras palavras, um colaborador contratado por R$ 3.000 representa um custo mensal de aproximadamente R$ 5.300 quando todos os componentes obrigatórios e operacionais entram na conta.
Essa visão permite que RH, DP e lideranças antecipem cenários, evitem surpresas no orçamento e planejem com mais segurança. Afinal, decisões mais sólidas não se baseiam apenas no salário, mas no custo real de manter cada pessoa na equipe.
Quanto custa um funcionário e por que isso deve guiar suas decisões de RH
Se você trabalha com gestão de pessoas, sabe que contratar alguém nunca é apenas sobre salário. Trata-se de entender o impacto real daquele profissional no orçamento da empresa e usar esses dados para tomar decisões mais conscientes. Quando o custo total de um colaborador fica claro, o planejamento ganha consistência, as metas ficam mais sustentáveis e as escolhas deixam de ser baseadas em suposições para se tornarem estratégicas.
Orçamento e provisionamento: previsibilidade no dia a dia do RH
Calcular o custo completo de um colaborador, salário, encargos, provisões, benefícios e custos indiretos, é o primeiro passo para sair da gestão reativa e avançar para uma gestão mais planejada.
Na prática, isso significa menos surpresas no fechamento do mês e mais segurança para responder a perguntas recorrentes, como:
- quantos colaboradores cabem no orçamento deste trimestre?
- quanto é possível investir em benefícios sem comprometer a folha?
- faz sentido contratar agora ou é melhor aguardar?
Quando o provisionamento é feito de forma contínua, os recursos são distribuídos com mais consciência, reduzindo decisões apressadas que podem afetar o caixa, o clima e a operação.
ROI do capital humano: do custo ao investimento
Se cada contratação é um investimento, acompanhar o retorno faz parte da estratégia. E esse retorno não se limita a indicadores financeiros. O ROI do capital humano também aparece em produtividade, eficiência, qualidade das entregas, retenção e clima organizacional.
Com o custo bem dimensionado, fica mais fácil comparar o que entra e o que sai:
- quanto o time gera em resultados?
- quanto custa manter essa estrutura funcionando bem?
- os investimentos em treinamento, benefícios ou bônus estão refletindo no desempenho?
Assim, decisões como reajustes, promoções e novas contratações deixam de ser intuitivas e passam a seguir critérios mais claros, alinhados às prioridades do negócio.
Como otimizar custos sem perder talentos
Ter visibilidade sobre o custo por colaborador abre espaço para ajustes mais inteligentes. Otimizar custos não significa cortar benefícios ou sobrecarregar a equipe, mas melhorar processos e direcionar melhor os investimentos.
Algumas estratégias aplicáveis na prática:
- revisar benefícios com base no que realmente gera valor para os colaboradores, evitando custos elevados com baixo impacto;
- investir em automação e ferramentas que reduzam retrabalho e aumentem a eficiência das entregas.
- planejar escalas e jornadas considerando custo por hora e demanda real da operação.
- fortalecer ações de retenção, como feedbacks, desenvolvimento e cultura, para reduzir o turnover, um dos custos indiretos mais altos e menos visíveis.
Quando o custo total é analisado em conjunto com o valor que cada profissional gera, a gestão de pessoas passa a ser vista como o que ela realmente é: uma área estratégica, capaz de impulsionar resultados e contribuir diretamente para a saúde financeira da empresa.
No fim, entender quanto custa um funcionário não é apenas uma etapa do cálculo. É uma lente que ajuda RH, DP e lideranças a tomar decisões mais consistentes, maduras e alinhadas ao futuro que a empresa quer construir.
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Erros comuns no cálculo do custo de um funcionário (e como evitar cada um deles)
Calcular o custo de um colaborador vai muito além do salário. Mesmo no dia a dia de profissionais experientes de RH e DP, alguns deslizes passam despercebidos. O problema é que pequenos erros no cálculo podem gerar impactos relevantes no orçamento, nas projeções e até nas decisões estratégicas da empresa.
Para evitar esse cenário, vale revisar os erros mais comuns e entender como corrigi-los na prática.
1. Esquecer as provisões (férias e 13º)
Esse é um dos erros mais frequentes. Quando as férias + 1/3 e 13º não entram no cálculo mensal, o custo parece menor do que realmente é, até chegar dezembro ou o período de descanso e o caixa sentir o impacto.
Como evitar: distribua as provisões ao longo do ano. Assim, o custo real aparece no planejamento e o fechamento mensal fica mais previsível.
2. Ignorar custos indiretos (e o impacto do turnover)
Equipamentos, treinamentos, integração, licenças de software e infraestrutura fazem parte do custo de manter uma pessoa produtiva.
Quando o turnover aumenta, esse custo cresce junto. Recrutar, admitir, treinar e integrar exige tempo e investimento.
Boa prática: monitore custos indiretos e acompanhe indicadores de rotatividade para entender o impacto total por colaborador.
3. Subestimar encargos conforme o regime tributário
Simples Nacional, Lucro Presumido ou Lucro Real, cada regime tem regras e alíquotas próprias. Calcular encargos com base em estimativas ou médias de mercado é um atalho direto para orçamentos distorcidos.
O ideal: utilizar sempre as alíquotas reais da empresa, mantendo os dados atualizados. Parece detalhe, mas muda significativamente o valor final.
4. Não revisar o custo periodicamente
O custo de pessoal não é estático. Benefícios mudam, políticas internas são ajustadas, encargos variam e novos acordos entram em vigor. Quando o cálculo não acompanha essas mudanças, o planejamento financeiro perde precisão.
Recomendação: revisar o custo total por colaborador pelo menos uma vez por trimestre.
Como a IA pode ajudar no cálculo do custo de um funcionário e transformar o planejamento de pessoal
Calcular quanto um funcionário realmente custa pode parecer simples à primeira vista, até que entram na conta salário, encargos, provisões, benefícios, custos indiretos e até os impactos do turnover. Com tantas variáveis, erros se tornam comuns e o processo consome tempo. É por isso que a IA pode ser uma aliada estratégica para RH, DP, financeiro e gestores: ela automatiza cálculos, antecipa cenários e traz mais clareza para decisões que impactam diretamente o orçamento.
Simulações automatizadas em segundos
Com o apoio da IA, você informa salário, alíquotas, benefícios, regime tributário e outras variáveis relevantes e recebe, em poucos instantes, diferentes cenários de custo.
Ela ajuda a responder perguntas como:
- quanto o custo aumenta ao incluir um plano de saúde?
- o impacto muda se a vaga estiver em outro regime tributário?
O que antes exigia horas de cálculo pode ser feito em minutos, com mais consistência e menos retrabalho.
Provisionamento inteligente
A IA também ajuda a automatizar um ponto que muitas empresas acabam deixando para depois: o cálculo de provisões mensais.
Com base no histórico da equipe, na sazonalidade e na rotatividade, o sistema estima quanto reservar para:
- férias
- 13º salário
- possíveis custos de rescisão.
Isso aumenta a previsibilidade, ajuda a proteger o caixa e reduz surpresas nos meses de maior impacto financeiro.
Detecção de desperdícios antes que virem custos ocultos
Alguns gastos passam despercebidos no dia a dia, mas pesam no fechamento do mês. Sistemas com IA analisam folha, benefícios e indicadores operacionais para identificar:
- benefícios acima da média
- uso pouco eficiente de vale-transporte
- absenteísmo elevado
- custos indiretos fora do padrão
O resultado é uma visão mais clara de onde o dinheiro está sendo consumido e onde ajustes podem ser feitos sem prejudicar a experiência do colaborador.
Relatórios preditivos e projeções mais confiáveis
Com dashboards inteligentes, o RH consegue visualizar não apenas o cenário atual, mas também projeções para os próximos meses, como:
- picos de custo
- variações de encargos
- impacto de novas contratações
- cenários de expansão da equipe
Assim, é possível enxergar hoje movimentos que só apareceriam no financeiro daqui a 3, 6 ou 12 meses.
Assistente de decisão para gestores
Imagine poder perguntar:
- quanto esse colaborador vai custar por mês?
- Qual será o custo ao longo do ano?
E receber respostas imediatas, com cálculos completos e dados atualizados. A IA conecta RH, liderança e financeiro, tornando aprovações mais rápidas e decisões mais bem fundamentadas.
Exemplo prático
Considere uma contratação com salário base de R$ 4.000. A IA da Factorial pode simular automaticamente diferentes cenários, como:
- sem benefícios: custo total estimado e provisões projetadas;
- com plano de saúde: impacto mensal e projeções de férias e 13º;
- com vale-transporte: ajustes nas alíquotas e nova simulação comparativa.
Em poucos minutos, o RH consegue avaliar qual combinação oferece o melhor equilíbrio entre custo, atratividade e estratégia, com mais segurança do que em cálculos manuais sujeitos a inconsistências.
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O que as pessoas estão falando sobre o quanto custa um funcionário para empresa
Se você trabalha com RH, DP ou gestão, já deve ter percebido que calcular “quanto custa um funcionário” vai muito além do salário. É um daqueles temas que parecem simples à primeira vista, mas que rapidamente viram uma lista de variáveis, siglas e provisões. Por isso, reunimos aqui as dúvidas mais comuns, e as respostas que vão te ajudar a tomar decisões mais estratégicas no dia a dia.
1. Quanto custa um funcionário para a empresa além do salário?
A primeira verdade é: o salário é só o começo. O custo real envolve todo o pacote que mantém o colaborador contratado, protegido e produtivo. Isso inclui:
- encargos trabalhistas: INSS, FGTS, SAT, Sistema S
- provisões obrigatórias: férias, 13º salário e possíveis custos de rescisão
- benefícios: vale-transporte, vale-alimentação, plano de saúde e outros que a empresa oferece
- custos indiretos: onboarding, ferramentas, treinamentos, equipamentos e até estrutura física
É esse conjunto que forma o verdadeiro “custo total” de um colaborador.
2. Como calcular o custo total de um colaborador CLT?
Existe uma fórmula que funciona como ponto de partida:
Salário bruto + encargos + provisões + benefícios + custos indiretos
Esse cálculo pode ser feito manualmente, em planilhas, ou com sistemas automatizados, que reduzem erros, retrabalho e tempo operacional. Quando esses números estão corretos e atualizados, o controle orçamentário fica muito mais previsível.
3. Por que as provisões de férias e 13º entram no cálculo?
Porque são despesas certas, você sabe que vão chegar. Mesmo sendo pagas uma vez por ano, essas obrigações precisam ser provisionadas mês a mês para evitar sustos no caixa e garantir uma visão realista do custo de pessoal. Se a empresa não provisionar, a conta chega de uma vez e quase nunca é um bom momento, certo?
4. Os encargos variam conforme o regime tributário da empresa?
Sim, e isso faz toda a diferença no custo final.
- No Simples Nacional, muitas empresas têm encargos reduzidos
- No Lucro Presumido ou Real, entram alíquotas adicionais como INSS patronal, SAT e Sistema S, aumentando o peso da folha
Por isso, olhar para o regime tributário é essencial antes de projetar novas contratações.
5. Quais são os principais encargos trabalhistas que impactam o custo?
Na prática, estes percentuais aparecem com mais frequência:
- INSS patronal: aproximadamente 20%
- FGTS: 8%
- Provisão de férias: 11,11%
- Provisão de 13º salário: 8,33%
Também podem existir adicionais, como FGTS rescisório, adicionais de função, insalubridade ou periculosidade. Os percentuais variam conforme cargo, setor e regime, mas esses números servem como boa referência inicial.
6. Como a IA pode ajudar a projetar o custo de mão de obra?
A IA entrou de vez nas rotinas de RH e DP, e no cálculo do custo de funcionários, ela faz uma diferença enorme. Veja como:
- simulações automáticas: compare diferentes cenários com base em salário, encargos e benefícios e entenda o impacto no orçamento antes mesmo de contratar.
- provisionamento inteligente: a IA sugere quanto provisionar por mês para férias, 13º e rescisões, com base nos dados históricos da empresa.
- detecção de desperdícios: identifica benefícios subutilizados, picos de absenteísmo ou custos que fogem do padrão.
- relatórios preditivos: mostra projeções para os próximos meses e alerta para períodos de maior impacto no caixa.
- assistente de decisão: responda rapidamente perguntas como “quanto esse colaborador vai custar?” sem precisar abrir planilhas.
Ferramentas inteligentes dão ao RH algo valioso: tempo para analisar, decidir e agir, não apenas calcular.
Calcular o custo de um funcionário não é só número, é estratégia
No fim do dia, saber quanto custa um funcionário vai muito além de preencher planilhas. É sobre garantir previsibilidade, tomar decisões com segurança e construir um planejamento de pessoas realmente sustentável.
Quando RH e DP enxergam o custo total, encargos, provisões, benefícios e até aqueles custos indiretos que costumam passar despercebidos, a empresa deixa de “apagar incêndios” e passa a antecipar cenários, ajustar o orçamento e contratar com confiança.
É essa clareza que separa quem apenas acompanha a folha de pagamento de quem usa dados para impulsionar o crescimento do negócio.
E a melhor parte? Você não precisa fazer isso sozinho, nem virar refém de planilhas intermináveis.
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